domingo, 19 de outubro de 2014

Horário de Verão e a mudança na rotina das crianças

Saiba como driblar os efeitos do novo horário....


Neste domingo (19), à 0h, começa o horário de verão nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste - o que signifca que é preciso adiantar o relógio em uma hora neste dia. Pode parecer pouco tempo, mas essa mudança pode deixar o seu filho mais preguiçoso na primeira semana. Isso porque o relógio biológico das crianças (e o seu) precisa se acostumar, trazendo uma consequência maior principalmente no momento de dormir.

Segundo Arnaldo Lichtenstein, clínico geral do Hospital das Clínicas (SP), isso acontece porque o hormônio regulador do sono, chamado melatonina, é acionado pela falta de luz. Como “escurece” mais tarde durante o horário de verão (lá pelas 20h ainda pode estar claro), essa dinâmica é alterada.

Mau humor, cansaço, falta de apetite e preguiça estão entre os sintomas comuns no período de adaptação. As crianças que já têm uma rotina mais consolidada acabam sentindo mais. No entanto, o neurologista Leonardo Ireradi, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), alerta: “Não se deve dormir durante o dia para compensar a noite mal dormida”, e sim, ir se acostumando aos poucos com o novo horário.

Mas há também benefícios nessa mudança, sim! Uma pesquisa realizada pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) identificou que no horário de verão pais e crianças passam mais tempo juntos (afinal, o período para se divertir ao ar livre é maior), sem contar na economia da conta de luz da sua casa.

Para driblar os efeitos do novo horário


- Não estranhe se o apetite do seu filho diminuir. Isso é normal, já que ele terá de comer uma hora mais cedo. “Vale nos primeiros dias oferecer à criança uma dieta mais leve e até priorizar os alimentos favoritos dela”, diz Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP). Depois, gradualmente, volte com a alimentação normal.

- Para que o seu filho durma a quantidade de horas diárias de que ele precisa (veja tabela por idade), um dia antes da mudança de horário, coloque-o para deitar um pouco mais cedo. Nos outros dias, faça com que o ritual para dormir comece antes do que o comum. Se a criança adormece normalmente em 30 minutos, ela pode demorar mais do que isso durante a fase de adaptação ao novo horário.

- Evite alimentos pesados e estimulantes, como refrigerante e chocolate, antes da hora de dormir. E não inicie atividades físicas neste período, para não agitar as crianças.

- Crie em casa um ambiente tranquilo. Faça uma massagem no seu filho, leia um livro, invente uma história ou coloque uma música calma. Isso vai ajudá-lo a relaxar.

Fonte: Revista Crescer

sábado, 11 de outubro de 2014

Matemática é ensinada a crianças do Brasil com metodologia de Harvard

O Círculo da Matemática chegou a 66 escolas públicas de 10 cidades.
Objetivo é inovar no ensino, desenvolver o raciocínio e criatividade.

Uma nova proposta do ensino da matemática chegou a 7 mil alunos dos primeiros anos do ensino fundamental de 66 escolas públicas em 10 cidades brasileiras. É o Círculo da Matemática, uma pedagogia desenvolvida pelos professores Bob e Ellen Kaplan, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e trazida para o Brasil pelo Instituto Tim.
Pelo círculo, as aulas de matemática são oferecidas a turmas de no máximo 10 alunos. Não há carteiras, lição de casa ou provas. Somente cadeiras, em que os alunos, propositalmente, não param sentados. A fórmula é simples: as crianças são instigadas a responder as questões da professora na lousa com giz, sem qualquer tecnologia. Nenhum erro é reprimido, mas nenhuma resposta é oferecida sem ser debatida.


A base das aulas é uma reta numérica onde são ensinadas as operações e conceitos matemáticos. "Quais são números pares, e os ímpares, e os primos?", questiona a professora, enquanto os alunos disputam para respondê-la.
As aulas do círculo não substituem as da grade curricular de matemática das escolas, ou seja, são aulas extras e ocorrem uma vez por semana para cada turma. O objetivo é desenvolver o raciocínio das crianças, fazer com que elas pensem, esqueçam as fórmulas e a decoreba e acima de tudo aprendam a gostar de matemática. Tem funcionado. “Gosto de matemática porque é divertido, as pessoas que acham chato é porque não conhecem os números”, diz Maria Clara Barbosa Rodrigues, de 7 anos, aluna do 2º ano.
O principal lema que define a metodologia dos professores Kaplan de Harvard é “diga-me e esquecerei, pergunte-me e descobrirei.” Nas aulas, faz parte da metodologia chamar as crianças sempre pelos nomes e incentivá-las a entrar nas discussões.
Ajuda no raciocínio

Em São Paulo, uma das unidades contempladas é a da escola estadual Clorinda Danti, na Zona Oeste de São Paulo, que atende 480 alunos do 1º ao 5º do ensino fundamental. Uma das educadoras é Janaina Rodrigues de Almeida, de 29 anos, aluna de licenciatura de matemática pela Universidade de São Paulo (USP). “Nunca tinha dado aulas e ver a carinha das crianças quando elas descobrem algo é impagável. Nessa idade você as ajuda a contribuir com algo para o futuro. O círculo ajuda a pensar, a raciocinar”, afirma Janaína. 
A diretora da escola Rosana Osso de Miranda diz que o trabalho do círculo acabou influenciando o desempenho dos alunos nas demais disciplinas e até os professores da unidade. “Os alunos estão mais participativos e gerou uma reflexão nos professores de que eles podem fazer diferente.”
Harvard na periferia
Janaina de Almeida dá aulas de matemática na escola Clorinda Danti seguindo da metologia O Círculo da Matemática (Foto: Caio Kenji/G1)
Janaina de Almeida dá aulas de matemática na escola Clorinda Danti seguindo da metologia O Círculo da Matemática (Foto: Caio Kenji/G1)
O projeto chegou ao Brasil há um ano. A expectativa, de acordo com o coordenador do Círculo da Matemática no Brasil, Flavio Comim, é incorporar os alunos do 5º ano e formar educadores que já atuam como professores na rede pública para expandir o número de crianças atendidas. As escolas que recebem o círculo são escolhidas a partir de parcerias com as secretarias da educação e a preferência é optar por aquelas que possuem os piores desempenho no Índice de Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
“Parte do fracasso do ensino da matemática é o excesso de mecanização. Fazer matemática é fazer continha e muitas vezes é um negócio chato para as crianças. Seguimos uma abordagem que os professores Kaplan desenvolveram durante 20 anos, é um tipo de ensino muito exclusivo. É a pedagogia de Harvard para crianças da periferia do Brasil”, diz Comim.
Bob e Ellen Kaplan vêm ao Brasil frequentemente para formar professores. Eles dizem que se o professor explicar uma ideia para uma criança em matemática ou qualquer outra disciplina, ela não é estimulada a pensar. “Mas se o professor der uma problema atraente que precisa dessa ideia para a solução, ela vai descobrir isso para si mesma e sua autoconfiança irá aumentar”, diz Bob Kaplan, em entrevista por e-mail ao G1.
Para os estudiosos da matemática, a classe deve ser como uma conversa de animada entre amigos em uma mesa de jantar. “É claro que esses tipos de conversas só acontecem em pequenos grupos. Muitos, muitos mais professores devem ser treinados para fazer essas perguntas principais e moldar as conversas, e isso é o que fazemos em nossa formação de professores de matemática do círculo”, afirma Ellen.
Bob diz que o círculo não possui um método rígido, mas uma abordagem flexível, e foi adaptado por pessoas nas quais eles se incluem. “Assim como a música é feita para tocar junto, matemática (que é a mais bela das músicas) é feita por seres humanos para seres humanos, e feita para ser praticada coletivamente”, diz Bob.

Fonte: G1


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Como lidar com as mentiras que as crianças contam

É muito comum pais e mães ouvirem do filho que não foi ele que quebrou o brinquedo, que não tinha lição de casa ou que não bateu no irmão menor. A mentira faz parte do universo infantil. Até por volta dos cinco anos, a falta da verdade mistura-se, muitas vezes, à fantasia. É o caso de inventar, por exemplo, que se tem um amigo imaginário. Nestes casos, a criança não está querendo enganar o outro com suas histórias, já que não intencionalidade da mentira.

Mesmo que a mentira esteja relacionada com a fantasia nos primeiros anos da criança é preciso que os pais combatam esta prática desde cedo. O diálogo é mesmo a melhor opção para lidar com as mentiras da infância. Explicar que uma determinada atitude não é correta e mostrar as consequências que a falta da verdade pode acarretar é a postura que deve ser adotada pelos pais, seja qual for a idade da criança.

Para evitar problemas maiores, veja três lições indicadas por especialistas para lidar com as mentiras que as crianças contam.

1. Evite punições severas

Se a criança seguir mentindo após os seis anos de idade, o problema precisa ser observado com cautela. Nesta idade, a criança já consegue ter pensamentos mais elaborados e também já formula desculpas mais bem construídas. A mentira mais comum é a do tipo protetora, ou seja, aquela que a criança conta para evitar ser punida ou por medo de desagradar. Neste caso, os adultos devem controlar a irritabilidade e simplesmente pedir que a criança tome mais cuidado da próxima vez. Não é preciso brigar, se exaltar, dar respostas abruptas nem castigos severos. Se você punir o seu filho nestes casos ele vai entender a mensagem de que tem de elaborar melhor a mentira da próxima vez, e não a de que não pode mentir.

2. Explique as consequências

Ao constatar a mentira do filho, o ideal é dialogar, explicar porque é errado mentir. Mas nada de longos sermões. Repreenda a criança e mostre que a mentira pode ser perigosa ou prejudicar outras pessoas. É em casa que a criança deve aprender que mentir não é legal para que não siga com esta prática na adolescência e na idade adulta.

3. Dê você mesmo o exemplo

Sabe aquela mentirinha social, quando você não quer atender a um vendedor ao telefone e manda dizer que não está ou sai atrasado de casa e coloca a culpa no trânsito? Apesar de parecerem inofensivas estas mentiras servem de (mau) exemplo para as crianças. Mas se mesmo com atitudes verdadeiras perante os filhos a mentira permanecer, evite colocá-los em choque. Observe de perto, oriente e fique atento aos sinais.

Fonte: Xalingo

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Você sabe a hora de estimular a independência do seu filho?


Seu filho faz poucas coisas sozinho? Não se preocupe! Cada criança tem o seu tempo para criar a sua própria independência.

Todo o pai e mãe já passaram por momentos em que o filho deseja realizar uma tarefa sozinho, seja tomar banho ou comer sozinho com garfo e faca. Essa independência adquirida até mesmo nos menores gestos é chamada de autonomia. A fase mais importante para o desenvolvimento da autonomia ocorre até os 3 anos, mas o impacto de um processo de sucesso estende-se até a vida adulta. Quanto mais a criança é levada a ser autônoma, mais arriscará e terá uma autoestima mais elevada. Sem contar que se tornará um adolescente e adulto mais responsáveis, conhecendo bem seus limites e possibilidades.

Na sua época, provavelmente, a independência começava quando você fazia atividades corriqueiras na vida coletiva sozinho, como pegar um ônibus, por exemplo. Mas nos dias de hoje, com o aumento da violência urbana, fica mais difícil deixar uma criança sozinha pelas ruas das cidades. Hoje as crianças vivem mais em condomínios fechadas e são cuidadas de perto pelos pais. Mas como garantir que seu filho tenha um crescimento completo desta forma? A resposta está na sua participação do adulto. Se a criança não pode pegar o ônibus sozinha, você deve ir junto e alertá-la para os detalhes que devem ser observados. Dali a alguns anos, quando ela for fazer aquela tarefa por conta própria, terá controle sobre a situação.

Confira abaixo um guia básico de quando deixar seu filho conquistar a independência fazendo pequenas atividades. Apoie sempre a criança, mesmo quando ela não conseguir concluir a tarefa. Suas palavras nestas horas podem ajuda-la a superar medos e vencer muitos problemas.

Quando começar a…

Comer sozinho: Em torno dos 2 anos, ele consegue levar o garfo ou a colher à boca, mesmo que faça alguma bagunça. Com isso, as habilidades sociais crescem muito. Os pais podem, por exemplo, ir a restaurantes sem se preocupar tanto.

Usar a faca: Pode começar aos 8 anos, mas com supervisão total. Dá para passar o final de semana na casa de um amigo ou comer fora na companhia de adultos que não sejam os pais.

Tomar banho sozinho: A partir dos 4 anos, a criança pode coordenar o uso do xampu sem deixar cair no olho, por exemplo. Garante tempo de relaxamento à criança e dá mais liberdade para a mãe ou o pai se dedicarem a outras tarefas.

Ir ao banheiro e se limpar: Como o desfralde começa aos 2 anos, o bebê já está dando os primeiros passos em direção à autonomia. A partir dos 6 anos, a criança deve ir ao banheiro sozinha e, aos 7, pode fazer a própria higiene.

Fazer a lição de casa sozinho: Varia muito de acordo com a escola e o tipo de tarefa, mas, em média, aos 6 anos ela já consegue responder por si só. O momento é importante para a construção do conhecimento, do caminho próprio de raciocínio em cada questão.

Fonte: Xalingo

domingo, 5 de outubro de 2014

Dia das Crianças com #promoção é aqui!

#Promoção Semana da Criança. 
QUAL SERÁ SEU?! 
1º) CURTA 
2º) COMPARTILHE 
3º) CRUZE OS DEDOS
#BoaSorte Sorteio dia 13/10 https://www.facebook.com/mundodacrianca.brinquedos?ref=hl


sábado, 4 de outubro de 2014

O Dia das Crianças está chegando...já pensou no presente? #vempromundo

CONHEÇA NOSSAS LOJAS: Estacionamento próprio, show room, segurança #vembrincar Avenida Parobé, 4375, São Leopoldo/RS TELEFONES: 5135682133 / 3568 2145 Os melhores brinquedos, playgrounds e pracinhas www.mundodacriancars.com.br 






quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Prebióticos e probióticos: você sabe a diferença?

Entenda também os benefícios que eles trazem para a saúde do seu filho


O que são: o prebiótico é o “alimento” do probiótico – são as fibras não absorvidas no intestino delgado que resistiram à acidez do estômago. Os probióticos são micro-organismos vivos que, no intestino grosso, alteram a composição de uma parede formada por bactérias para protegê-lo.

Onde são encontrados: os prebióticos estão no leite materno, em alimentos in natura (como cebola e banana) e no leite em pó. Os probióticos estão no leite materno e em alguns iogurtes e leites fermentados – você encontra essa informação na embalagem.

Benefícios: os prebióticos estimulam o crescimento das bifidobactérias (um tipo de probiótico), que inibem a multiplicação de bactérias nocivas no intestino. Eles facilitam a produção de substâncias capazes de aumentar a absorção de cálcio, diminuir a do colesterol ruim (LDL) e ajudar na manutenção da flora intestinal, prevenindo a diarreia. Os probióticos são divididos por espécies diferentes, e cada uma tem um benefício distinto. Um dos principais é o fortalecimento do sistema imunológico. Um estudo norte-americano, feito com 683 crianças entre 3 e 6 anos, mostrou que as que tomaram iogurte com probiótico tiveram 24% menos incidência de doenças infecciosas, como as gastrointestinais. Se seu filho tem prisão de ventre, o pediatra também pode indicar o consumo diário de um produto com probiótico – e isso não vai fazer com que o intestino da criança desaprenda a trabalhar sem essa “ajuda”.

Fonte: Revista Crescer