segunda-feira, 3 de março de 2014

LOJA ABERTA SEGUNDA E TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL

Nosso bloco estará esperando vocês  ‪#‎blococriançafeliz‬ ‪#‎carnaval‬ - Loja Real Brink - ABERTA SEGUNDA – FEIRA (até às 17:00h) E TERÇA – FEIRA (até às 18:00h.) 

ERS 240, 4670, KM 5, Scharlau, São Leopoldo 

TELEFONE: 51 3568 2145 / 3575 0784

Pracinha em ferro, madeira itaúba e tora de eucalipto. Preços direto de fábrica. Acesse: www.mundodacriancars.com.br

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A importância do brincar

Pais não devem subestimar o valor das brincadeiras, essenciais para o desenvolvimento da criança

O princípio VII da Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada por unanimidade pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959, já estabelece: toda criança tem direito ao lazer infantil. Brincar é essencial para o desenvolvimento do seu filho - e o valor da brincadeira não pode ser subestimado.

Brincar tem um viés que vai muito além da simples fantasia. Enquanto um adulto vê apenas uma criança empilhando bloquinhos, para o pequeno aquilo significa experimentar as possibilidades de construir e conhecer novas cores, formatos e texturas. "Para a criança, brincar é um processo permanente de descoberta. É um investimento", explica Tião Rocha, antropólogo, educador popular e folclorista, fundador do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, em Minas Gerais.

"A criança que brinca vai ser mais esperta, mais interessada e terá mais facilidade de aprender - tudo isso de forma natural", diz Ruth Elisabeth de Martin, pedagoga e educadora do Labrimp (Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos da Universidade de São Paulo).
Desenvolvimento
A literatura e as pesquisas demonstram que brincar tem três grandes objetivos para as crianças: o prazer, a expressão dos sentimentos e a aprendizagem. "Brincando, a criança passa o tempo, mostra aos pais e professores sua personalidade e descobre informações", resume Áderson Costa, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília.
Por volta dos 3 anos elas desenvolvem outro tipo de brincadeira: o faz de conta. Imitar situações cotidianas - como brincar de casinha ou fingir que é o motorista de um ônibus - permite que as crianças se relacionem com problemas e soluções que passam do fazer imaginário para o aprender real.Crianças menores, mesmo na companhia de outras, costumam brincar sozinhas. Para elas, o ideal são brincadeiras que estimulem os sentidos. Através deles, elas exploram e descobrem cores, texturas, sons, cheiros e gostos.
A partir dos 5 anos, os pequenos estão aptos para incluir o outro nas brincadeiras. "É a fase em que elas deixam de brincar ao lado de outras crianças e passam a brincar com outras crianças", explica Maria Angela Barbato Carneiro, coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da Pontifícia Universidade de São Paulo.

Vale lembrar que o desenvolvimento infantil é individual. Algumas crianças começam a brincar com outras mais cedo, outras mais tarde - não há motivo para preocupação.
Como incentivar seu filho a brincar
Estabelecer um horário diário ou semanal para brincar com seu filho é o primeiro passo para garantir que ele faça esta atividade com frequência. Muitos pais lotam a agenda dos filhos com afazeres extracurriculares, o que extingue o momento da brincadeira. "Toda agenda de criança deve ter um espaço diário para não fazer nada - é aí que surge o espaço para brincar", orienta Áderson.
Participar da brincadeira dos filhos também dá uma vantagem aos pais: conhecê-los melhor. Como a criança se expressa brincando, os pais observadores descobriram as vulnerabilidades e os pontos fortes de seus filhos. "Brincar juntos aumenta o grau de confiança e o vínculo entre pais e filhos", diz.
Dar brinquedos de diferentes materiais e tipos também é recomendável. Por isso, nada de entupir a menina só com bonecas e chegar com um carrinho debaixo do braço a todos os aniversários do menino. As crianças precisam experimentar de tudo. "Cada brinquedo traz uma mensagem e vai despertar o interesse e a curiosidade de alguma forma", ressalta Ruth.
O importante é o brincar, e não o brinquedo. É possível improvisar brinquedos com uma fruta, uma caixa de papelão vazia ou o que quer que esteja à mão. E não se preocupe se não puder dar a seu filho aquele carrinho movido a pilhas de última geração. "Só na visão do adulto um brinquedo eletrônico é divertido. Para a criança, brinquedo que brinca sozinho é enfadonho", completa Tião.

As brincadeiras ideais para cada faixa etária

Reunimos algumas recomendações de especialistas sobre as brincadeiras mais adequadas para cada faixa etária. O desenvolvimento infantil é individual, mas as crianças passam, cada uma a seu tempo, pelas fases abaixo. Todas as atividades devem ser desenvolvidas sob supervisão de um adulto e nos ambientes adequados.
Até os 2 anos 
Nesta fase, a brincadeira tem que estimular os sentidos. Correr, puxar carrinhos, escalar objetos, jogar com bolinhas de pelúcia são atividades recomendadas.

3 a 4 anos 
Começam as brincadeiras de faz de conta. As crianças respondem a brincadeiras de casinha, de trânsito, de escolinha e de outras atividades cotidianas.
5 a 6 anos 
Os jogos motores (de movimento) e os de representação (faz de conta) continuam e se aprimoram. Surgem os jogos coletivos, de campo ou de mesa: jogos de tabuleiro, futebol, brincadeiras de roda.
7 anos acima 
A criança está apta a participar e se divertir com todos os tipos de jogos aprendidos, mas com graus de dificuldade maiores.
Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/a-importancia-do-brincar/n1237554276340.html 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Como posso ajudar o meu filho a ser uma criança feliz?

5 passos que ajudam a criar e a manter a alegria ao longo da vida.


Segundo Edward Hallowell, pai de 3 filhos e psiquiatra infantil, a felicidade e o sucesso conquistados ao longo da vida podem ser promovidos pelos pais em todos os momentos que partilham com os seus filhos e pelos professores, que dedicam grande parte do seu tempo a formar hoje os adultos de amanhã.
No seu livro "The Childhood Roots of Adult Happiness", Edward Hallowell apresenta 5 princípios-chave para criar crianças felizes: Connect, Play, Practice, Mastery and Recognition e explica como estes 5 conceitos contribuem para criar crianças felizes e como perpetuar essa felicidade e sentimento de realização por toda a vida.
Para o autor, a prática destes princípios no dia-a-dia cria crianças com elevada autoestima, maior consciência moral e valores espirituais sólidos.
A felicidade do adulto tem as suas raízes na infância.
Neste artigo, partilhamos as principais ideias de cada uma das conceções, para reflexão. Importa salientar que, segundo o autor, cada passo percorrido conduz ao passo seguinte e que o ciclo se auto perpetua rumo à felicidade e à realização pessoal.
A repetição desta estratégia ao longo dos anos ajuda a criança a ter uma clarividente consciência de si própria. Ao mesmo tempo, fornece e reforça as ferramentas e defesas internas que vão permitir à criança superar-se a si própria a cada novo desafio, a defrontar novas atividades de forma positiva, a tirar o máximo partido de cada experiência, a encarar as adversidades como oportunidades para aprender e crescer um bocadinho todos os dias.
5 passos que ajudam a criar e a manter a alegria ao longo da vida:
Connect
O sentimento de pertença, a ligação afetiva entre e com os pais e com aqueles com quem convive mais intimamente são as raízes e a rede de segurança da criança para toda a vida.
A criança precisa de ser amada incondicionalmente pelos pais e beneficia quando existem laços estreitos entre a família nuclear e os membros da família mais alargada.
A criança (e o adulto) precisa de saber que existe um lugar onde está segura, para onde pode sempre voltar. Um lugar onde se vai sentir apoiada, reconhecida, apreciada, onde pode ser ela mesma e falar abertamente dos seus anseios e fracassos.
A criança precisa de se sentir parte integrante da escola e do seu grupo de amigos. Envolver a criança em tarefas domésticas, como ajudar a cuidar do animal de estimação por exemplo, é outra estratégia proposta pelo autor com vista a fomentar o sentido de responsabilidade e a ligação da criança com a vida familiar.
Os laços emocionais criados pelo sentimento de pertença são a base para uma vida preenchida, feliz e autorrealizada.

Play
Certifique-se que o tempo livre do seu filho/aluno não é demasiado programado e regimentado. As crianças precisam de tempo para fazer simplesmente o que lhes apetece, mesmo que seja não fazer nada.
Brincar faz crianças felizes.
Enquanto joga e brinca, a criança expressa e desenvolve a sua criatividade e talentos de forma livre e espontânea. Ao brincar, a criança inventa cenários, cria, participa, interage, reinventa e interpreta diferentes papéis, aprende a resolver problemas sozinha, descobre os seus gostos e aprende a conhecer-se a si própria (e aos outros).
Ao brincar, a criança identifica os seus limites, aprende a viver em sociedade e a gerir as suas frustrações, define e afina o seu comportamento, aprende a reagir face a diferentes situações e encontra as melhores estratégias para ultrapassar dificuldades.

Practice
Quando a criança descobre que é boa a fazer qualquer coisa vai querer fazê-la uma e outra vez. Contudo, é fundamental que pais/professores assegurem que a criança se envolve em atividades ou experiências fora da sua área de conforto.
A criança deve ser permanentemente desafiada e incentivada a participar em novas atividades. Experimentar coisas novas, relacionar-se com diferentes grupos, vivenciar realidades diversas. É nesta diversidade que a criança encontra o seu caminho e descobre os seus gostos e competências, realizando-se.
A criança deve ser confrontada com situações com as quais não se sente tão à vontade ou competente. Desta forma, experiência novas situações e aprende a lidar com elas, reforçando a autoconfiança e o saber fazer.

Mastery
Da prática e da repetição da tarefa vem a mestria, o saber fazer e o fazer bem.
Quando a criança desenvolve uma nova competência, seja tocar piano, desenhar uma flor, apertar os atacadores dos sapatos, resolver um problema matemático ou construir um brinquedo, sente-se realizada e com motivação extra para enfrentar novos desafios.
Este sentimento de realização gera uma grande sensação de satisfação pessoal, uma atitude pró-ativa de "consigo fazer" e uma predisposição para arriscar e experimentar/fazer coisas novas.

Recognition
O reconhecimento, reforço positivo, aprovação e apoio continuado dos pais, professores e colegas relativos a um trabalho ou uma tarefa realizada com sucesso ou esforço, reforça a ligação emocional da criança com os outros e incentiva-na a fazer mais e melhor.
Quando a criança se apercebe que o que faz, as suas ações, objetivos e realizações, afetam a sua família, os amigos/colegas ou a equipa onde está integrada, desenvolve uma forte consciência moral e cívica e sente-se melhor consigo própria.
Cada etapa conduz naturalmente à seguinte, auto influenciando-se e gerando comportamentos, atitudes e posturas cada vez mais em consonância com a natureza da criança e das suas circunstâncias. Visto assim, ser feliz e educar para ser feliz parece simples e à mão de qualquer um.

Ser feliz é um processo que pode (e deve) ser incentivado e acarinhado através de pequenas ações diárias que proporcionem momentos de felicidade e de autorrealização.
Pais, professores, famílias e comunidade em geral têm um papel crucial na educação e na transmissão de valores aos mais pequenos. Só assim teremos pessoas e sociedades mais justas, felizes, realizadas e em harmonia consigo próprias e com os outros.
Fonte: Mãe me Quer 
Bibliografia consultada: 
The Childhood Roots of Adult Happiness de Edward Hallowell, edição de The Ballatine Publishing Group, 2002

www.mundodacriancars.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013



A importância do Playground!


Esse tipo de brinquedo pode até parecer coisa do passado perto dos novos equipamentos eletrônicos que atraem as crianças de uma forma inexplicável, porém poucas pessoas, entre pais e educadores, se atentam a importância do playground!
Um estudo realizado em Natal (RN), com o objetivo de compreender os diferentes tipos de relações infantis, constatou que os playgrounds devem ser pensados e organizados estrategicamente de forma que possibilitem diversidade de atividades e contribuam para a qualidade de vida das crianças. Os resultados apontaram que brincadeiras em grupo foram predominantes em áreas com equipamentos de múltiplas utilidades, ou seja, a interação entre as crianças, o desenvolvimento físico e mental é maior, quanto maior as atividades ou as “brincadeiras”
Os playgrounds devem ser instalados ao ar livre ou ainda na areia ou em borracha, pois isso amortece a queda e evita que as crianças se machuquem caso caiam de algum dos brinquedos.
Além de estimular a atividade física, os playgrouds são importantes espaços comunitários para crianças. Lá elas são estimuladas a um contato maior com o meio e, também, novos amigos, com quem fazem trocas que favorecem a criatividade de ambos.

 O mundo da criança brinquedos traz uma linha incrível de playgrounds para crianças.

Confira tudo em: www.mundodacriancars.com.br







CRIANÇA QUE BRINCA É CRIANÇA FELIZ!!!

(51) 3568 2145 / 3568 2133

terça-feira, 30 de julho de 2013


TODA CRIANÇA TEM O DIREITO DE BRINCAR!!

Lançamos brinquedos de pracinha para cadeirantes e acompanhantes.

Confiram!!







Fabricados com material resistente ao tempo e seguro para as crianças.
Ideal para espaços de lazer em escolas, Apaes, praças públicas, condomínios, clubes e em casa também.
Instalamos no local.

Contate-nos: (51) 3568 2145 / 3568 2133