terça-feira, 11 de novembro de 2014

O que faz uma criança feliz?


A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) EO Instituto Datafolha ouviram 1.525 Crianças brasileiras de 4 a 10 Anos, de TODAS como classes Econômicas, EM 131 municípios. O Trabalho FOI Realizado com base de nenhum Instrumento de avaliação de Qualidade de Vida AUQEI EO Desenho amostral Elaborado com base de não Censo de 2010 (IBGE). A Pesquisa Sobre ESTADOS emocionais FOI quantitativa, com Abordagem domiciliar. Teve Como Objetivo Conhecer Mais profundamente OS DESEJOS e Necessidades dos patients pediátricos, parágrafo Que o Médico POSSA, Cada Vez Melhor, Orientar quanto NAS FAMILIAS Consultas.
Leia also:
Como Crianças responderam Uma Questão Aberta: "O Que VOCÊ Mais Gösta de Fazer quando Localidade: Não ESTA na Escola?". Disso de Além, were Propostas 26 situations, parágrafo that utilizando Uma escala visuais Pontos de CINCO (Cartão "de carinhas"), manifestassem Seu Estado de alegria OU tristeza Frente a Uma Cada. Um respondeu Criança na Presença do Responsável, APOS SUA autorização.
O Que sentem? Do Que gostam?
O Que Deixa uma Criança "muito alegre" e "alegre" E o dia do Seu Aniversário (96% DAS respostas), praticar Esporte (94%), amigos OS COM Brincar (92%), como Férias Escolares (91%), Assistir televisão (90%). A SITUAÇÃO NA qua se Sente "muito triste" e "triste" (71%) E Ficar Longe da Família.
Mas Independente da Natureza, Os Primeiros Lugares ficaram com Jogar bola (33%), Brincar de boneca / boneco (28%) e TV Assistir (26%). Andar de bicicleta Veio a Seguir, com 19%. O pega-pega ficou 17%. Empataram, com 14% DAS preferencias, o Esconde-Esconde, Brincar de CARRINHO e vídeo game. Na Sequência, o Estação Brincar de casinha (10%) e sem Computador (9%). Apareceram also soltar pipa e Desenhar / pintar (6%), corda Pular (5%), Brincar de corrida, Brinquedos COM (SEM especificar QUAL), animais de estimação e Estudar (4%). 

Crianças dependem Mais do Convívio familiarizado that de Brinquedos Para ser feliz (Sally Wynn / CC)
Convivência
- O diretor E o carinho.
- O que Faz uma Criança feliz Localidade: Não E o Brinquedo, E Brincar, E Conviver com uma Família e Amigos. Os Pequenos Localidade: Não São consumistas.
- O Núcleo familiarizado proporciona Sensações alegres e prazerosas
- Fica clara a grande importancia dada Pelas Crianças AO Convívio - Tão decisivo par o Seu Desenvolvimento emocional e cognitivo -, Não apenas com uma nuclear Família, mas also uma "estendida".
- 87% dos Entrevistados se definem Como "Alegres" alegres MUITO OU "Quando estao com OS Avós, na mesa com a Família e quando pensam na Mãe.
- 83% se dizem also "alegres" ou "muito alegres" Quando brincam com OS Irmãos e 78% quando pensam nsa pais.
- Criança Gösta de Estar com Criança. ATE POR ISSO FICA Tão feliz sem Aniversário.
- 47% dos Entrevistados informaram that ficam "tristes" ou "Muito Tristes" sozinhos quando brincam. Um Ser incentivada convivência DEVE.

Crianças São Felizes quando estao com Otras Crianças (Lighttruth / CC)
Como Brincadeiras Tradicionais trazem alegria Mais
- Apesar da forte Presença da TV e dos Eletrônicos los Geral (o Computador E de suma importância principalmente between OS Mais Velhos), Não apenas AINDA EXISTE o Brasil das Brincadeiras Tradicionais, Como essas AINDA trazem Mais alegria fazer that como Propostas atuais Mais de Diversão / lazer . E de suma importância incentivá-las.
- Brincadeiras de rua, apesar das limitações impostas Pela Violência urbana, e MESMO Que Localidade: Não praticadas, estao los Primeiro Lugar nenhum DAS Desejo Crianças.
TV, Computador e Falta de Otras opções
- Em Geral, uma Criança se Volta para o Brinquedo Eletrônico quando ESTA Sozinha. Mas se para Oferecida Uma Alternativa, prefere.
- Eletrônicos de Os Entram na vida da Criança Muito Cedo e ganham Espaço excessivo quando faltam alternatives. Os Pequenos acabam se acostumando, adquirindo o Hábito.
- É Preciso oferecer Otras Experiências, CRIAR MECANISMOS parágrafo Que possam Fazer Atividades Indicato à Faixa etária.
E Muito Importante Que como Crianças, Pequenas DESDE, sejam incentivadas à pratica esportiva e Demais bons Hábitos.
Atividades indivíduos São hum pouco Mais Comuns (85%) como that Sociais (74%) - mas essas devem also Ser incentivadas, POIs CRIAM SENTIDO de Sociedade, compartilhamento, Ganhar e Perder, respeitar, Características IMPORTANTES, that surgem Pará como PESSOAS não Seu Crescimento e Desenvolvimento atraves das Brincadeiras.
Como Crianças Brasileiras TEM Uma Imagem de si mesmas Atual e futura Muito boa e com Confiança
- A maioria FICA alegre quando Vê Uma FOTOGRAFIA SUA (86% alegria) e quando se imagina adulta (87%).
O Futuro e Bem-vindo
- 87% dos Entrevistados ficam "alegres" ou "muito" Quando pensam los si mesmos Como PESSOAS Grandes. A SITUAÇÃO FOI PROPOSTA parágrafo OS Que Tem Entre Seis e 10 Anos.
  • Direitos Autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

domingo, 9 de novembro de 2014

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terça-feira, 4 de novembro de 2014

A hora certa de tirar o seu filho do berço para a cama


Antes de tudo
Dormir por muito tempo no berço não é um problema se a criança ainda couber confortavelmente e com segurança.
Quando tirar
Não há consenso. Pode ser aos 2, 3 ou 4 anos.
O que observar
Veja como o seu filho se comporta: se aos 2 anos ele tenta pular para dentro ou para fora, não espere mais, pois uma queda pode machucá-lo. Se for mais velho e ainda aceitar o berço, tudo bem. O importante é que consiga descansar e que tenha o espaço necessário para o tamanho dele – note, por exemplo, se fica encolhido ou se consegue se movimentar bem.
Como tirar
Mostre ao seu filho o lado bom de dormir em uma cama: ele está crescendo, terá mais espaço e poderá se deitar sozinho quando quiser, sem que ninguém precise colocá-lo lá. Se for o caso, leve-o para escolher o móvel e opinar sobre lençóis e cobertas novos – isso incentiva o uso da cama. Dê preferência àquelas que são baixas e com grades laterais, para evitar quedas. Para as crianças mais resistentes, uma reforma no quarto pode ajudar. Caso um irmão esteja a caminho e você queira reaproveitar o móvel, tire o filho mais velho do berço ainda durante a gestação, para evitar ciúme: desmonte o berço, guarde-o, e, quando o mais novo estiver para chegar, monte novamente. As crianças costumam aceitar numa boa.  
Quando pedir ajuda
Em geral, as crianças não apresentam muitos problemas com a cama nova. Caso perceba algum comportamento específico inesperado, procure auxílio do pediatra.

Fonte: Revista Crescer


sábado, 25 de outubro de 2014

FANTASIAS PARA BEBÊS – HALLOWEEN CHEIO DE FOFURAS

O halloween é uma data bastante democrática – é divertida tanto para os adultos que gostam de caprichar nas fantasias, quanto para as crianças, que aproveitam sendo elas mesmas. Quando o assunto é fantasiar bebês, a diversão também é garantida para os pequenos e para os grandões, que morrem de fofura com as mini fantasias.

Bebês têm a grande vantagem de não precisar de muita coisa para ficar ainda mais fofos. Só com um macacão de bichinho, seja ele um ursinho, um pinguin ou uma oncinha, eles já estão fantasiados e exalando doçura. Entretanto, para quem realmente se compromete com o espírito do Halloween e gosta de investir em fantasias mais arrojadas, ideias é o que não faltam.

Para as princesinhas do papai, uma bonequinha de corda é um clássico original e lindo, assim como uma pequena sereia de verdade. Já para os meninos a veia humorística pode falar mais alto com personagens de filmes, como o Homem Marshmallow, Harry Potter e até mesmo o Mestre Yoda.

Confira abaixo algumas sugestões de fantasias para bebês:




sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Coisas que as mães dizem

Às vezes as mães dizem coisas surpreendentes. Mas, aqui estão 10 coisas que uma mãe DEVE dizer a seus filhos todos os dias.


Nós todas já passamos por isso - paramos no meio da frase, porque ouvimos as palavras de nossa mãe saindo de nossa boca. Também meneamos nossa cabeça depois de frases como "Podem parar de jogar a culpa nos outros neste instante," serem faladas. Como mãe, tem um monte de frases que eu termino com "Nunca pensei que eu diria isso".

Em um vídeo bastante visto em inglês, a mãe e comediante Anita Renfroe dá uma versão divertida de coisas que as mães vivem dizendo. Muitas vão soar familiares. Às vezes, as mães dizem as coisas mais inacreditáveis.

Mas, independente das coisas surpreendentes que as mães dizem, aqui estão 10 coisas que toda mãe deve dizer a seus filhos todos os dias.

1. Eu te amo

Seu filho vai enfrentar concorrência e crítica a cada dia. É bom ele saber que há alguém do seu lado. Junto com os sucessos haverá falhas. Seu filho precisa saber que há alguém que o ama mesmo assim.

2. Coma algo saudável

Da escola ao esporte ou ao parque, o seu filho vai queimar muitas calorias. É difícil enfrentar o dia sem algum combustível bom e saudável. Maus hábitos alimentares causam falta de energia, dificuldades de concentração e podem contribuir para alguns problemas de saúde graves. Assim é importante dizer não à comida lixo. Não basta dizer, dê o bom exemplo comendo seus legumes também.

3. Ótimo trabalho

Você não adora quando seu chefe lhe mostra que seu trabalho tem valor? Assim é também com seus filhos. Sendo mãe, você é o chefe. Tire algum tempo para reconhecer as coisas boas que seus filhos fazem.

4. Seja agradável

Tantos problemas no mundo poderiam desaparecer magicamente se todos seguissem a regra de ouro. Ensine seus filhos a serem altruístas. Ensine-os a dar uma mão para ajudar aqueles em necessidade. Ensine-os a controlar sua raiva e frustrações. Diga-lhes para sorrir. Diga-lhes para que "Sejam pessoas agradáveis."

5. Que boa ideia!

Os pais não têm uma loja que venda boas ideias. Ouça os seus filhos e você vai se surpreender com as grandes soluções que podem vir deles. Quando a criança tem uma boa ideia, incentive-a. O reforço positivo vai encorajá-la a ser criativa e compartilhar mais ideias boas no futuro.

6. Mãos à obra

Ensine seus filhos a trabalhar duro, e eles estarão um passo à frente dos outros de sua idade. Por trás de cada história de sucesso que você ouvir, encontrará por trás muito trabalho diligente. Se você quer preparar seus filhos para a vida e para sair da barra da sua saia, eles realmente precisam saber como fazer as coisas por si mesmos. Eles vão precisar de algum tipo de formação profissional e de mostrar capacidade de forma consistente para um trabalho. Tudo isso requer algum esforço de sua parte.

7. Você é muito engraçado!

As crianças gostam de saber que trazem alegria à sua vida. Seu filho gosta de ver seu rosto se iluminar quando você fala com ele. Então, ria de todas as piadas - mesmo as sem graça. Deixe o seu filho saber que ele é um ponto brilhante do seu dia.

8. Que tal um abraço?

Nunca subestime a importância do contato físico. Dê aos seus filhos um abraço todos os dias. Abrace seu filho quando ele tiver um dia difícil e precisar de um, ou apenas abrace, sem motivo. Além disso, peça um abraço quando você precisar de um. Ele vai se sentir bem sabendo que pode fazer alguma coisa para ajudá-la a ter um dia melhor.

9. Não se esqueça

Seu lanche, o trabalho escolar, de ser gentil, de onde você veio, para onde você quer ir na vida e que eu te amo.

10. Seja você mesmo

Com todos os amigos, professores e os meios de comunicação tentando moldar seus filhos em uma determinada imagem, dê-lhes a sua permissão para serem eles mesmos. Ele não tem que usar certo tipo de sapatos. Ela não tem que usar o cabelo de uma determinada maneira. Ela pode não gostar de qualquer assunto na escola, e ele pode tirar fora toda a cobertura da sua pizza. Diga ao seu filho: "Você não é mais estranho do que qualquer outra pessoa e você é ótimo do jeito que você é."

Fonte: Família.com.br



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

5 dicas para ter um bom relacionamento com a babá do seu filho

Combinar as regras previamente e manter contato constante com ela são formas de evitar atritos


É nesse momento que você deve combinar também quais são as tarefas da babá. Lembre-se de ouvi-la: pode ser que ela não se sinta à vontade, por exemplo, em ajudar a criança na lição de casa. Por isso, para que não haja um desconforto entre todos, faça uma lista escrita com as obrigações profissionais dela. Não imponha nada: a relação entre pais e babá deve ser baseada em um consenso. Quando cada uma das partes deixa evidente o que espera da outra, as decepções são evitadas.

Comunique qual rotina deve ser seguida


Você sabe que é essencial para a saúde do seu filho que uma rotina seja seguida. Portanto, explique à babá detalhes como o horário em que ele deve se alimentar, tirar a soneca, brincar e dormir, por exemplo. Explique a ela qual a pomada é usada para assadura e a quais substâncias a criança é alérgica. A babá pode discordar de algum hábito da família – mesmo assim, deve seguir as práticas dos pais. Esclareça que não cabe a ela modificar as regras, sem comunicar anteriormente.

Também deixe explícito se haverá permissão para passear com seu filho pela rua ou para dar um medicamento em caso de febre. Pendure os comunicados mais importantes na porta do armário, para que fiquem sempre visíveis. Se você não combinar quais medidas devem ser tomadas nessas situações, poderá viver um momento de desconforto com a babá. Só é possível cobrar determinada postura dela se tudo já estiver negociado antes.

Tenham contato diário


Diga à babá qual forma de comunicação você prefere: chat online, mensagem de celular, ligação ou e-mail. Também deixe anotado em um papel outros números que possam ser contatados em caso de emergência – pode ser o dos avós ou de sua vizinha, por exemplo.

Mas atenção: não é só em situações extremas que vocês devem conversar. “A comunicação precisa ser constante. Todo dia, a babá deve contar aos pais se a criança se comportou de forma estranha, demonstrou falta de apetite ou raspou o joelho no escorregador do parquinho”, explica Patrícia Izidoro, psicóloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Os momentos bons também podem ser compartilhados, como o filme que seu filho viu à tarde e adorou. Esse hábito de contato diário, além de beneficiar a criança, é uma forma de resolver possíveis desentendimentos de imediato. A relação de confiança vai se estabelecendo ainda mais.

Ninguém substitui ninguém


Nós sabemos que é difícil conciliar o trabalho com a vida pessoal. Mas não importa: mesmo que você trabalhe durante o dia inteiro, reserve ao menos um momento para ter contato com o seu filho. É comum que os pais cheguem em casa cansados, brinquem com o bebê e, quando ele faz xixi, chamem a babá para trocar a fralda. Evite esse tipo de situação: não delegue todas as tarefas à profissional. Sempre que estiver disponível, dê banho na criança, corte as unhas dela ou prepare a papinha. Essas tarefas só devem ser incumbidas a outra pessoa na ausência dos pais.

E se seu filho sentir falta da babá? Você até pode ter ciúmes. Mas pense: se está sentindo falta, é porque é bem tratado e tem carinho por ela! Diga, em resposta: “Ela é uma querida mesmo. Na segunda-feira, a gente pode reencontrá-la! Eu também sinto sua falta quando estou no trabalho”. Fique tranquilo – ninguém substitui ninguém. “A babá está ali para somar, e não para assumir o posto dos pais. Ela só ocupará o lugar da mãe se a vaga não estiver preenchida”, afirma a psicóloga. E não importa que ela passe mais tempo com a criança do que você. É qualidade dos momentos de união que importa – e não a quantidade. Há espaço para todo mundo!

Fonte: Revista Crescer



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Tem um filho difícil de lidar? Agradeça!

Crianças com temperamento forte podem se tornar adultos firmes e bem fundamentados. Isso ocorre quando adquirem autoconfiança em sua infância e adolescência.


Alguns comportamentos diferentes logo nos primeiros meses de vida já avisam que a criança é única. Recusa em se alimentar, birras, carrancas, comportamento inadequado com irmãos e primos, frieza diante de castigos e correções e isolamentos podem apontar que este filho dará um trabalhinho extra.

Essa criança normalmente age de uma forma em casa, na presença de familiares e de outra completamente diferente na escola ou entre amigos, sendo muito fechada e desobediente no primeiro ambiente e sorridente e amigável no segundo. Além de querer ter razão em tudo o que faz e quer. Hora de buscar ajuda? Talvez. Mas não é necessário pensar que ela possua algum problema comportamental sério, pode ser apenas zelo em manter seu temperamento forte. E a convivência com pessoas que a entendam ao invés de apontar o dedo a ajudará a ampliar seus ideais.

Atitudes, regras e horários devem ser mantidos apesar de todos os esforços deste filho para mudar porque não os quer cumprir. E serão muitas tentativas, além de extremamente dramáticas! Ceder e oferecer uma exceção só causará mais transtornos e alongará o caminho de volta aos limites. A postura e o não precisam fazer parte da rotina. Explicar infinitas vezes o porquê da regra existir será um teste de paciência. Se houver irmãos, as regras devem ser sempre iguais, sem privilégios para o que não obedece de forma alguma. Com sabedoria e sem agressão física ou verbal, a criança vai aderir, pois não terá outra opção.
Apesar de tomar cuidado para não bater de frente, os limites precisam ser respeitados. Permitir e respeitar a escolha é muito importante para o pequeno perceber que a opinião dos adultos não mudará e que ele deve se adaptar com as regras de convivência estabelecidas. Se a regra diz que se deve emprestar os brinquedos e a criança não cumprir, ela também não usará o brinquedo de outrem. Acusações e rotulagem farão com que a autoestima seja perdida.
Poderão ocorrer situações onde a criança tentará de qualquer forma conseguir o que quer. Pode até colocar sua própria vida em risco. Mas é somente para chamar a atenção dos pais ou responsáveis que ela o faz. Com calma, ignorando o fato, saindo de cena ou abraçando-a forte para que sinta que o amor parental é maior do que o erro cometido, o cenário mudará. É importante respeitar sua liberdade sempre.
Descobrir os motivos pelos quais a criança se recusa a obedecer também é importante. Às vezes pode ser um medo apenas, algo que pode ser mudado com carinho e atenção, usando de empatia mesmo que as opiniões sejam completamente divergentes. Pode até ser que fosse desta atenção que ela precisava. Converse com calma, conte histórias, experiências e novamente explique porque a regra precisa ser cumprida. Lembrando que ceder transmitirá a mensagem de que as regras não são tão importantes assim e confundirá todo o aprendizado até então.
Já durante a adolescência será possível visualizar o caráter formado através dos limites estabelecidos e do amor concedido, mesmo havendo recaídas comuns pela fase instável.
Seguindo sempre o mesmo estilo de manter regras, limites e amor incondicional, o crescimento continuará e este filho se tornará um adulto líder, confiante, que não cede a pressões nem desiste de seus objetivos facilmente. E é de adultos assim que o mundo mais precisa.

Fonte: Família.com.br